Optei pelo simples, mas eficiente

Minha ideia original era mandar meu filho para um intercâmbio escolar - fazer um ano de colégio mesmo. Mas o calendário complicava as coisas (nosso ano letivo se inicia em janeiro, o deles, em setembro). O orçamento era outro item complexo, porque manter uma pessoa por tantos meses, em dólares americanos e com o câmbio a mais de R$ 5, ia ser bem difícil.
Optei por um curso de férias mesmo. Apenas 4 semanas, mas que se encaixaria no orçamento e nas nossas agendas
Meu filho tem 14 anos e não estava seguro de vir sozinho (eu e minha esposa também não, admito). Decidi então procurar por uma escola de idiomas que tivesse aqueles cursos contínuos, onde ele pudesse entrar e ficar por algumas semanas estudando. Se eu viesse com ele, poderíamos aproveitar para nas horas vagas fazer um pouco de turismo também.
Contactei algumas escolas diretamente do Brasil, peguei informações dos cursos, valores, horários. Estava pronto para providenciar um visto de estudante para ele quando uma das escolas me avisou que cursos até 18 horas por semana podem ser frequentados com visto de turista mesmo (B1/B2). Bingo.
Para quem já tem o visto de turista, essa é uma ótima alternativa. O curso que escolhi oferece 15 horas semanais de aulas, e ainda é possível complementar com aulas particulares (até o limite de 18 horas)
Paguei a matrícula, paguei as 4 semanas de aula, ele fez um teste online e uma entrevista (para determinar em que turma entraria) e pronto. Tudo certo para começar as aulas numa segunda-feira de dezembro! (Eu explico como pagar a escola do jeito mais barato, rápido e fácil no post Conta Bancária)
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